MELANCIA mag #21

NOVOS COMEÇOS
Esta edição da MELANCIA mag tem um sabor… diferente, mas não menos especial. Vem recheada de muita arte, fotografias, moda, tatuagens, porcelanas, riscos e rabiscos, como de costume, mas também traz uma novidade.
Para quem nos acompanha, sabe que há pouco tempo completámos dois anos de projeto. A revista nasceu em Setembro de 2015, em Portugal, quando eu, Juliana, ainda estava a viver em Lisboa. Mesmo depois de atravessar o oceano e voltar para a minha cidade-natal, São Paulo, quando completámos um ano de revista, mantive o gás para dar seguimento à #melanciamag. Nesta jornada alcançámos muitos seguidores, elogios, reconhecimento e realização pessoal que não sabemos nem como descrever. #orgulho
A novidade desta edição, é que, além de todas as cores e dos sabores, temos de anunciar uma mudança. Até aqui as fatias da nossa deliciosa revista eram meio a meio. Metade portuguesa por Mafalda Jesus, metade brasileira por Juliana Lima. Até aqui viajámos juntas. Hoje a metade brasileira escreve-vos para se despedir. Chegou o momento de cada uma seguir viagem sozinha. Apesar do amor que tenho por este projeto, sinto que uma despedida é necessária, antes de podermos encontrar-nos outra vez. Só desejo que as nossas despedidas sejam um eterno reencontro. E que as experiências compartilhadas no percurso até aqui sejam a alavanca para alcançarmos a alegria de chegar ao destino projetado.
No meu caso, com outros sonhos, novos projetos pessoais como o que conto no PING PONG desta edição. Para a MELANCIA mag e minha companheirinha Mafalda, as melhores energias, desejo de sucesso e vida longa. E para os leitores, um agradecimento de coração por todo o apoio. Todos nós precisamos de sonhos. E de nutrir-nos de boas lembranças. É o que levo. Sigo não mais como a metade, mas como colaboradora, leitora e fã da MELANCIA mag. E finalizo o editorial com um verso para reflexão.

Não faças do amanhã
o sinónimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Teus passos ficaram.
Olhes para trás…
mas vai em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.
Charlie Chaplin